Machu Picchu, Peru

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Chegando no Peru, a vista é incrível 🙂

Machu Picchu é um destino bem comum pra quem gosta de viajar, e eu também quis me enturmar e fui ver como é. De São Paulo para Cusco (com escala em Lima) é um destino que tem promoção o tempo todo, porém no preço “normal” você vai pagar aproximadamente uns R$1300.

Bom, pra começar, a regra de ouro da sua viagem é: Deixe Machu Picchu para o último dia de viagem. Explico: ao chegar em Cusco, são inúmeros sítios arqueológicos para visitar, porém são todos menores e com bem menos infra estrutura. Se você visitá-los depois de ver Machu Picchu, não vai achar a menor graça. Vai por mim.

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Fachada do nosso hostel em Cusco e no detalhe a porta bizarra do quarto.

Nós ficamos no Pirwa Colonial, um hostel com uma excelente localização e preço mega acessível. PORÉM, estava muito frio e no nosso quarto não tinha aquecedor e depois de alguns minutos de banho a “quentura” da água ia embora, tornando o banho uma experiência bem trágica. Pagamos aproximadamente R$90 a diária (quarto duplo com banheiro particular). No próprio hostel existe uma agência de turismo onde você pode comprar alguns passeios. Fique tranquilo, a grande maioria dos passeios pode ser comprada diretamente nas agências, não precisa ver isso antes – com exceção de Machu Picchu que é melhor já deixar a entrada e a passagem de trem compradas com antecedência.

Na cidade de Cusco, existem várias opções como o Museu Arqueológico Peruano, o Templo do Sol, Plaza de Armas, San Blas, Mercado San Pedro, Convento Santo Domingo e muito mais. Lembrando que todos esses eram próximos o suficiente para ir a pé do hostel.

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Em um mesmo tour, você visita os sítios arqueológicos de Sacsayhuaman, Q’enqo, Tambomachay e Pukapukara.

Em um mesmo tour, saímos poucos km da cidade e conhecemos os sítios arqueológicos de Sacsayhuaman, Q’enqo, Tambomachay e Pukapukara. Eles são bem menores, mas dessa forma já vamos entrando no clima. Tente ir com o guia, eles lhe contarão curiosidades fantásticas a respeito de cada lugar, vale a pena.

Um lugar que muitas pessoas não dão o devido valor é a Salina de Maras e o sítio de Moray. Achei ambos interessantíssimos.

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Tão bonitos os tons que essas piscinas têm ao vivo.

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Olha como são pequenininhas as pessoas perto dessa obra imensa.

Para ir para a cereja do bolo, Machu Picchu, pegamos uma van que nos deixou em Ollantaytambo e de lá, pegamos o trem da Peru Rail, que segue para Águas Calientes. Indico: chegue em Águas Calientes, hospede-se, descanse, durma bem…e parta para Machu Picchu no primeiro horário que conseguir. E ainda, Águas Calientes é um dos lugares mais caros que existe nessa viagem, sem brincadeira, os caras metem a faca sem dó. Além do mais, eu fiquei hospedada em um hostel horroroso, o Pakarina, ele não é bem localizado, o atendente não é nada simpático, não tivemos coragem de tomar o café da manhã servido, não tive coragem de tomar banho sem chinelo e quase chorei quando senti o cheiro de “guardado” e “pó” do quarto. Mas, ele era o mais barato que eu achei e como estava chovendo e muito frio, nem quisemos encarar procurar outra coisa tarde da noite.

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Ollanta é um lugar incrível, aproveite o rolê por lá.

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Peru Rail, existe a classe econômica (que foi a que pegamos) e uma chiquérrima Primeira Classe.

Indico que a entrada para o parque já esteja comprada simplesmente por quê: existe a possibilidade de acabar. Bom, eu sinceramente não conheço ninguém que não conseguiu entrar, mas existe um terror psicológico de que há um número limitado de turistas por dia, você não quer chegar no fim do mundo para correr o risco, quer? Veja como comprar aqui.

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“Pequena fila” logo às 6 horas da manhã para embarcar no ônibus que leva à Machu Picchu.

Chegando na porta do Parque de Machu Picchu, existem guias oferecendo seus serviços, tente fechar um grupo, eles meio que se arranjam lá na hora e eu insisto em dizer que é muito importante ir com um deles, pois muuuitos detalhes vão passar despercebidos caso você vá por conta própria.

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Cidadezinha de Águas Calientes: parada obrigatória para seguir até Machu Picchu.

Bom, nem preciso dizer o que todos os outros blogs já comentam: o lugar é incrível e não tem um segundo em que você não pense “mas meeeo, como raios eles construíram isso daqui? e nessa altura do chão? e com essa perfeição de encaixe?”. É fantástico. É uma viagem totalmente acessível e para quem ama história é obrigatória.

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Não me contaram que: em Machu Picchu vários momentos você caminha beirando a montanha, pra quem tem medo de altura, dá um gelo na barriga.

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As lhamas são muito fofas. A carne de porquinho da índia não é gostosa 😦

Deu certo? Deu sim, claro que deu. O Peru é incrível, passeio obrigatório pra quem ama viajar. Não tem como não voltar com 2156 souvenirs diferentes dessa viagem.

 

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