Bate-volta no Palácio de Versailles, na França

Se estiver de bobeira pela França, de um pulo em Versailles para conhecer o famoso palácio aonde morava a rainha Maria Antonieta. Existem vários tipos de tours diferentes, aqueles que dão acesso ao palácio principal e às exposições, os tickets que te permitem conhecer os jardins – que são gigantes, imensos mesmo, entre outros. Você pode primeiro fazer a visita normal ao palácio e depois se quiser, comprar o passeio para os jardins.

Como eu só tinha um dia disponível e não ia dormir na cidade, peguei o tour mais básico mesmo, e mesmo assim, é necessário sair bem cedinho de Paris pois a viagem é cansativa e intensa.

Para ir para Versailles, nós pegamos o trem (sempre o jeito mais econômico, claro, esse blog é assim meu amigo). Não é difícil de chegar, tem que pegar uma linha de trem amarela chamada RER C, ela vai passando por diversas estações e segue para Versailles. A última estação é a do palácio. Não tem segredo. O ticket custa em torno de 7 euros. Coisa de meia hora de trajeto.
Nós compramos nossa entrada lá mesmo no local, porém prepare-se para enfrentar filas gigaaaaaantes. Sério, a muvuca impera. Além da fila tem uma revista de segurança. O ticket desse passeio que eu fiz, que dá acesso apenas ao palácio foi de 15 euros.

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Chegamos cedinho e mesmo assim já tinha uma fila formada

Uma vez lá dentro, aí meu amigo, é um abraço e segue a turma. Pra não virar zona, obviamente não se pode ter acesso a todos os locais, existem aqueles cordões de isolamento o que faz você ficar preso em uma fila indiana eterna, pelo menos até chegar em lugares mais abertos aonde dá pra dispersar um pouco.

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detalhes, detalhes, detalhes, muito capricho

A única coisa que eu conseguia pensar enquanto eu caminhava era em como devia ser a vida morando em um palácio com 700 quartos. É sério, como as pessoas se achavam lá dentro sem wi-fi pra poder avisar pelo wats a localização de cada um? E outra coisa, os detalhes, são muitos detalhes, é muita ostentação, não consigo nem imaginar como faxinavam aquilo tudo naquela época hahaha.

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Nem o teto escapa do capricho

Dizem, dizem, que esse palácio chega a ser mais visitado que a torre Eiffel e o Museu do Louvre. Se é verdade eu não sei, mas não duvidaria, pela quantidade de turistas no local.

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Galeria dos Espelhos: um dos lugares mais esperados na visita

Um dos salões mais bonitos e aguardados pelos turistas é a Galeria dos Espelhos, que na verdade é um corredorzão com 17 arcos espelhados que refletem a visão dos jardins e lustres chiquetérrimos. Gente, é muita, muita ostentação.

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Vista dos jardins, mas isso é SÓ o começo

Bom, terminando o tour pelo museu, existe a opção de conhecer os jardins. Não fui pois tinha que pagar e meu orçamento não me permitia esse pequeno luxo. Na foto acima não dá pra ver, mas ele se estende por sei lá quantos metros ainda adiante, é realmente grandioso, deve ser incrivelmente difícil cuidar de tudo isso aí. Se você puder, acho que vale a pena fazer essa parte sim.

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Feirinha próxima ao palácio

Finalmente depois de horas no complexo do palácio, antes de tomarmos o trem para voltar para o centro de Paris, resolvemos dar uma voltinha nas redondezas só para conhecer o local descompromissadamente. Me deparei com esta feirinha de rua, e eu sou aloka das feirinhas, um montão de artesanato local, roupas de brechó, livros usados, essas coisas que os franceses adoram. E que por sinal, tem aos montes na França.

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Adoro esse ar cult das feirinhas francesas

Bom, sei que em maio, peguei um clima super agradável, não estava um calor de rachar. Lá dentro do palácio não tem ar condicionado a reza a lenda que ir no verão é meio tenso, pois além do calor que fica dentro do museu, fazer o passeio no jardim embaixo do sol de rachar não é muito agradável.

As segundas-feiras o palácio não abre, então evite ir na terça, pois o acumulo de turistas é grande, e logicamente aos finais de semana também não é a opção mais inteligente se você estiver com poder de escolha.

Agora, uma coisa que você tem que fazer que eu não fiz, é ler bastante sobre a história do lugar antes de ir, com certeza vai fazer a sua visita muito mais proveitosa.

E deu certo? Putz, deu muito certo sim. Dado o intenso movimento de turista e o deslocamento de trem, você chega meio cansado no final do dia, mas no geral é uma visita que vale muito a pena. Nunca estive em um lugar tão colossal (construído pelo homem), em termos de ostentação, detalhes, chiqueza, é realmente impressionante.

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